domingo, 7 de julho de 2013

Da Cor Deles (parte 2)

                Eu desisti. Aprendi na faculdade de Jornalismo, que não é de bom tom (não errado) fazer citações e/ou pergunta no primeiro parágrafo, porque é ele quem guia a leitura e se você cita alguém, tira o foco da sua própria ideia. Se você questiona, o/a leitora pode achar que você não sabe sobre o que está escrevendo. O fato que é que não sei. Quem sabe de paixão? ‘Ige’, perguntei. A certeza é de que essa história é feita de várias primeiras e únicas vezes.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Desculpa.

Tem uns dias, eu li uma resposta que me dizia sobre o mundo ser hipócrita. Sobre não estar pronto para a verdade. Não está. E em todas as vezes quando me forem feitas essas provas de força, eu vou errar. Porque eu não consigo guardar pra mim, porque eu sou uma pessoa só e tem dias que tem mais uma de mim, dentro e ela explode e corre. Alguns dias, a uma corre atrás da outra. Mas em dias como hoje, ela tem preguiça e a outra, faz o que quer. Uma também nem acha tão ruim. Deixa ir. Porque volta. A sanidade, sempre volta.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Frágil? Cristal e Muro.


Eu não sei você, mas eu acredito nas pessoas e quero morrer acreditando. Mentira. Quero viver acreditando. Quero olhar em cada olho e dizer que gosto de suas cores, sem o receio de ver meu amor por cores, se transformar em dores da falta das cores. Dá pra entender? Se não, você deve parar de ler agora.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Recado.


Entenda pois então, que falar é folego e que escrever é coragem. Tendo os dois pra ti, posso ter os dois pra mais. Só saberás então se o que te digo é de fato pra ti, se me olhares. Entretanto, tem tantos olhos nos teus olhos, que te confundes. Achas por vezes que aquela que te quer todo, te quer aos pedaços e aquela que te quer aos pedaços, na verdade, é a amante mais ardente que poderias ter, mas tu só dais a ela, metades. Trechos de contos. Poderia eu te chamar de tolo? Não. Porque dentre os tantos que existem nos teus olhos, escolhes só os que te olham com devoção e sem críticas. Cabe a mim portanto, deixar-te claro que de especial, mas de especial mesmo, só tens a mim, que te nego respostas rápidas e satisfatórias, te oferecendo a verdade que separa, pra que depois, consciente do que não tens, tu busques.  

terça-feira, 14 de maio de 2013

Ela Não Tem Nome.

Quando ele tocou em mim pela primeira vez, eu senti meu coração disparar. As minhas pernas tremiam, minhas mãos gelaram na hora. Eu não sabia pra onde olhar, porque fiquei com medo que as pessoas notassem. Tentei disfarçar, tentei esconder, tentei até fugir. Mas eu fiquei calada. Não. Não era paixão. Era violência sexual.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Dele.


     
Tudo diferente. Adolescente. Quente. Não recorrente. 

domingo, 3 de março de 2013

Maria.


Maria nunca foi miserável. Maria foi bem educada, morou em muitas casas e não amou de verdade, nenhuma delas. Maria, feita toda, cada pedaço de conceito, sonho, utopia, e ausência de necessidade em se expor, ela acha que essas são palavras feitas para convencer e que a ela, não convencem. Tudo ocupa apenas uma categoria. A das tentativas.