Tem uns dias, eu li uma resposta que me dizia sobre o mundo
ser hipócrita. Sobre não estar pronto para a verdade. Não está. E em todas as
vezes quando me forem feitas essas provas de força, eu vou errar. Porque eu não
consigo guardar pra mim, porque eu sou uma pessoa só e tem dias que tem mais
uma de mim, dentro e ela explode e corre. Alguns dias, a uma corre atrás da
outra. Mas em dias como hoje, ela tem preguiça e a outra, faz o que quer. Uma
também nem acha tão ruim. Deixa ir. Porque volta. A sanidade, sempre volta.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Frágil? Cristal e Muro.
Eu não sei você, mas eu acredito
nas pessoas e quero morrer acreditando. Mentira. Quero viver acreditando. Quero
olhar em cada olho e dizer que gosto de suas cores, sem o receio de ver meu
amor por cores, se transformar em dores da falta das cores. Dá pra entender? Se
não, você deve parar de ler agora.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Recado.
Entenda pois então, que falar é folego e que escrever é coragem. Tendo os dois pra ti, posso ter os dois pra mais. Só saberás então se o que te digo é de fato pra ti, se me olhares. Entretanto, tem tantos olhos nos teus olhos, que te confundes. Achas por vezes que aquela que te quer todo, te quer aos pedaços e aquela que te quer aos pedaços, na verdade, é a amante mais ardente que poderias ter, mas tu só dais a ela, metades. Trechos de contos. Poderia eu te chamar de tolo? Não. Porque dentre os tantos que existem nos teus olhos, escolhes só os que te olham com devoção e sem críticas. Cabe a mim portanto, deixar-te claro que de especial, mas de especial mesmo, só tens a mim, que te nego respostas rápidas e satisfatórias, te oferecendo a verdade que separa, pra que depois, consciente do que não tens, tu busques.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Ela Não Tem Nome.
Quando ele tocou em mim pela primeira vez, eu senti meu coração disparar. As minhas pernas tremiam, minhas mãos gelaram na hora. Eu não sabia pra onde olhar, porque fiquei com medo que as pessoas notassem. Tentei disfarçar, tentei esconder, tentei até fugir. Mas eu fiquei calada. Não. Não era paixão. Era violência sexual.
quinta-feira, 21 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Maria.
Maria nunca foi miserável. Maria
foi bem educada, morou em muitas casas e não amou de verdade, nenhuma delas.
Maria, feita toda, cada pedaço de conceito, sonho, utopia, e ausência de
necessidade em se expor, ela acha que essas são palavras feitas para convencer
e que a ela, não convencem. Tudo ocupa apenas uma categoria. A das tentativas.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
O Colecionador.
Introdução: é de extrema
importância, que antes de ler esse breve conto fictício, você entenda que ele
não se trata de um julgamento, um apontamento, uma decepção. Mas chega uma hora
em que questionar só pra si, não adianta muito. De qualquer forma, certos ou
errados não existem. Permissão é coisa que se dá e homens como ele, sabem bem
como tirar-lhe isso.
Assinar:
Postagens (Atom)