sábado, 30 de abril de 2011

O que fazer para de destacar na Sociedade 'CULT' Recifense:


Faça Teatro, Cinema, Artes Plásticas, Dança Contemporânea. Use roupas com coisas que só você usa. Não que você goste, mas "O lance é ser original".
O cabelo das meninas tem que ser desarrumado, cortado em casa de preferência.
Frequente o Acre, vá ao BregaNaite, não perca as apresentações no MUDA, mesmo que você nem saiba do que se trata a apresentação. "O importante é conhecer gente nova".
Compre roupas na Período Fértil, que por sinal, é em Olinda.
Critique as pessoas que usam roupas de marca e se questionado sobre aquela sua bolsinha ADIDAS, diga que tava em promoção, na... "Como é mesmo aquela loja? Num compro lá bicho, aí nem sei".
As festas de música eletrônica, só em ambientes abertos. A ‘NOX’ é pra playboy e você gosta mesmo é da harmonia com a Natureza, mesmo que aquele barulho do caralho espante todos os bichos do local.
Tome cerveja. Não tem justificativa. É cerveja. Tipo, "eu sou da malandragem da noite".
Fume um, mas não deixe ninguém saber. 'Cult que é cult' é uma pessoa que só parece ser extravagante. Pelas roupas que usa, pelos lugares que vai. Mas, precisa ser discreto. Mesmo que esteja fumando Marllboro vermelho sentado em alguma parte do Iraque que esteja meio sem luz, usando roupas de bolinha azul, achando que não está sendo visto.
Faça terapia e tenha sempre a mão o telefone do seu médico pra indicar a alguém. 'Cult que é cult' faz muita pesquisa sobre os problemas da humanidade, mas quem resolve mesmo, é o terapeuta.
Liberdade de expressão é preciso, mas se contenha em não usar de sua profissão pra dar show ‘free’ no caminho até o carro que vai lhe dar carona.
Tenha sempre óculos escuros na bolsa. Não fale muito da sua vida, mesmo que toda sexta as pessoas lhe vejam louca no Central.
Tenha muitos contatos, mas poucas fotos nas suas redes sociais. Para atrair outros cult's é necessário um tanto de mistério.
Crie 'tags' originais no Twitter. Coisas do tipo: #AchoChique, #MuitoDigno, #VamoNessa.
Nunca ache que está sozinho, mesmo que esteja. Cult, está sempre acompanhado. Alguém da Cultura, do Jornalismo, do mercado de ações. Na verdade, alguém que dê respaldo a ele.
Ta bom! Eu vou ser processada não é? Tem advogado que quer porque quer ser Cult. Mas mesmo tendo tantas explicações pra tantas coisas, nem eles sabem afinal, o que é ser cult.
#AhVáSeFuderNéBrother!

domingo, 13 de março de 2011

Não adianta insistir. Sempre vai ter aquela coisa que você jura pra todos ao seu redor que é verdade, mas não convence. Eu me vi quase gritar: "Juro que passou". E até cheguei a dizer algo do tipo. As reações obtidas foram cabeças acenando em sinal de positividade, mas significando: "Ninguem te leva a sério".
Há tempos atrás, eu faria exatamente o que estou fazendo agora: Me explicando. Talvez pra que eu mesma entenda. O fato é que eu desisti disso.
Prefiro contar estórias. Gargalhar delas. Dividir elas.
Não precisa dizer mais muita coisa. Deixei de confiar em olhos. Mas os meus ainda falam a verdade, mesmo que só eu acredite nela. Verdades relativas, amores soltos, pequenos buracos, grandes missões...
Passamos por todas as etapas. Quero que dizer, passei por todas as etapas. (Não digo mais das etapas de ninguem) Entretanto, como a gente sabe que é a última etapa? Tem última etapa?
Eu ouvi 'violões' falarem que quando se faz essas perguntas, ainda vivem-se etapas.
Você já passou por alguma? Qual? Separação? Dor? Partida? Volta? Perda? Sorrisos? Gozo? Prazer? Pena?
Circulei por todas essas, mas se for perguntada como elas foram, não saberia responder. Foram não é? Forçar pra lembrar não é permitido.
Em resumo, fomos todos convencidos.
Me convenci de que sou fácil, adaptável, maleável.
Se convenceram de que sou fácil, adaptável, maleável.
Isso, (na minha vasta sabedoria) significa que fui eu quem resolveu todos os problemas. Minha paz liberta. Meu sorriso liberta. Meu abraço liberta. A mim e a eles.
De qualquer forma, não adianta insitir. Sempre vai ter aquela coisa que você jura pra todos ao seu redor que é verdade, mas não convence.
Eu tenho uma dica: Dê ouvidos aos seus olhos.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Sobre a poeira que ficou.


Todos, e quando eu falo todos, são todos de verdade, (todos e todas antes que me cobrem uma linguagem não sexista) me falam que é preciso esquece-lo. Que ama-lo demais, é me amar de menos. Que é preciso saber a hora de parar. Mas, Parar o que? Não o procuro, não me faço presente, não me desdobro em mulheres diferentes pra provar a ele que eu posso ser "todas elas num só ser". Eu só o amo. Pra mim. Comigo.
Tudo bem. Eu entendo que pra alguns, é loucura. Mas ninguem nunca me explicou como mudar. Talvez por que nem eles mesmos saibam. Talvez por que não tenha uma explicação lógica, cheia de sentidos.

Ele teve uma atitude egoísta dia desses. Ele tem atitudes egoístas todos os dias. Por que eu entendo que a minha saudade faz mal a ele e ele não entende que a dele me faz mal. Eu tive uma atitude egoísta dia desses. Eu tenho atitudes egoístas todos os dias. Por que eu tava olhando no olho dele, com um eu amo você entalado e disse: Mas precisamos avaliar a conjuntura.

Hoje, tudo o que eu mais queria era ele do meu lado, ouvindo música que ele diz que é ruim, mas sem a minha presença, ele escuta. Assistindo jogos de amor em Las Vegas e rindo das mesmas piadas velhas. Deixando a toalha encharcada em cima da cama e ter ele atrás de mim de cara feia, reclamando que eu deixo tudo bagunçado. Indo dormir tarde, reclamando do ar-condicionado e do celular. Tendo ele me cobrindo como quem diz: cala a boca e dorme. E depois de toda essa encenação, ter os pés dele procurando os meus e ficar assim até de manhã, quando ele me puxava toda pra perto
E, não atendendo a nenhum dos meus desejos, tendo em vista que seríamos dois corpos estranhos amanhã, eu nada fiz.
Minto. Fiz sim: Revirei baús, fiz, refiz e desfiz mapas, sacudi livros cheios de poeira, passei panos nas estantes, tirei do lugar e colequei devolta fotografias em preto e branco, chorei, sorri, não fumei nenhum cigarro...

É muito difícil não ter mais o que tinhamos. É muito doído não sermos mais o que éramos. Mas eu tenho tentado todos os dias construir um outro "nós". Um que permita a felicidade dele em me ver feliz; Um que me faça poder ficar deitada no peito dele sem dar uma palavra (eu devia e podia ter feito isso mais vezes); Um que ninguem diga que é feio amar, que ache bonito um sentimento que permite crescer, andar junto, aprender, ensinar, dedicar, ser mais que qualquer pessoa, ser 'a' pessoa...
Quando ele colocava as mãos no rosto, a gente se transformava nesse "nós".

Todos (e todas) podem estar certos. Quem há de saber? Eu parei de questionar tem tempo. O que eu não paro de querer saber, (sem perguntar a todos e todas) é como pode o olho dele brilhar quando me fala de uma pizza com palmito?
Tem coisas que a gente guarda. Tem coisas que só a gente guarda, por que são nossas e de mais ninguem. Eu to guardando. (isso também tem tempo) Por que aquela estória de amores soltos pelo ar, está meio perdida. Tá comigo, tá pra mim.
E hoje, mesmo querendo todas as outras coisas, eu resolvi só escrever. Só colocar pra fora.
Pra ficar mais leve, pra limpar as estantes de dentro, pra fixar os retratos em preto e branco... E amanhã, se eu ainda quiser tudo o que eu quis hoje, eu terei de fazer as mesmas coisas. (A poeira, os baús, os mapas...) Por que sempre, não é todo dia.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O que só se vê na "loucura"


Fim de um dia corrido de trabalho e como diria o músico Marcelo D2, "São 10 da noite, todo mundo já cumpriu compromisso". Mas ainda não eram 10 horas da noite. Eram 18:30h e estava eu dentro de um carro conhecido, com almas boas, com pensamentos puros... Idéia: "Fumar um". E foi a idéia posta em prática no meio do engarrafamento típico do horário na Avenida Agamenon Magalhães.
Desci do carro e enquanto as almas boas seguiram rumo aos seus destinos bons, eu segui rumo a parada do ônibus, que pra mim, também era um destino bom. Era pra onde eu queria ir. E fui observando e sentindo coisas que eu queria observar e sentir o tempo todo.
Descobri que tem uma explicação para que duas pessoas se afastem, ou se percam, ou se deixem: Elas precisam abrir passagem para outras pessoas; permitirem novos encontros; Novos cruzamentos. Emocionar reencontros; Sentir os mesmos cheiros de diferentes formas, todos os dias, todos os dias...
Descobri que deficientes visuais não são assim tão diferentes de mim. Eles saem pra tomar uma. Riem, se abraçam, dizem do seu amor. Sem enxergar quase nada, ou pouca coisa, ou nada mesmo. Eu, ser racional que enxergo 'tudo', não aproveito com tanto prazer esses momentos. Quem é de fato o cego?
Descobri que 7 belo velho é melhor que 7 belo novo, por que quando ele está novo, não dá pra colocar muitos na boca. Descobri que o ônibus sempre demora mais quando a gente está esperando por ele. Mas... Alguem pega o ônibus que não está esperando? Não. Logo, todos os ônibus demoram. (Minha irmã diz que não necessariamente. Mas como eu não vou conseguir fazer ela me explicar a teoria dela...)
Descobri que chegar em casa pode ser reconfortante. E que se for só pra tomar banho e sair novamente, pode ser um problema com a minha mãe. Descobri que eu estou ficando velha. Descobri que macaxeira com charque, vira camarão na moranga do lado dela, que Cheiro de amor não é tão ruin e que a praça não é tão perigosa.
Coisas que passariam (e até passaram) despercebidas, ganham representação iluminada. Viram sorrisos que alguns "deles" nem notam. Na loucura, a gente entende que não precisa que eles notem. Hoje eu quero dizer e não esperar a percepção alheia. Posso faze-lo pela liberdade que tenho e pelos sorrisos disfarçados que ganho.
Almas boas... Pensamentos puros...

terça-feira, 6 de julho de 2010

Mergulhada...


Alguns dias são mais longos que outros dias. E esses, são feitos de sofrer. De entregar-se a garrafas de cerveja, a copos cheios, a gargalhadas que não findam, a amigos que funcionam como tanques e neles, a gente se joga. Não sei quantas horas tem esses dias. O que sei, é que eles não acabam. A impressão que tenho é que ele será pra sempre.

Depois de sair dos tanques, há de se querer pegar a barca e voltar pra casa.
Sem cervejas, nem copos (cheios ou vazios)... Foi então que notei que era um dia longo. De acordo com as minhas contas, esse dia já dura um milhão de estrelas. (a contagem é individual e eu gosto de usar estrelas)

Vi algumas delas se apagarem. Outras se acenderem.

Vi alguns tanques tentarem aproximação sem muito sucesso, pois me viciei nos tanques velhos.


E esse dia não acaba. Não importa o que eu faça.
Se eu não o questiono, não acaba. Se o questiono, se arrasta, tentando me explicar a razão de tanto durar. Me falam que esse dia só termina quando eu assim decidir. Eles não escutam quando eu falo que eu já encerrei esse dia, muitas vezes. E que ele sempre começa de novo e novamente e mais uma vez.

Talvez seja um dia de fato eterno e que a solução não seja desejar o seu fim, mas vive-lo, com todos os seus afins.
O tempo na barca de volta pra casa, me fez admitir (duramente) que aquele projeto de dias curtos não existe mais. Que a partir de hoje, (justo hoje) os dias serão sempre longos e inacabáveis. Dias com alguma coisa faltando.

Outras coisas virão. Salas se entupirão de móveis que não farão o mínimo sentindo. Mas, o tempo na barca de volta pra casa, me fez admitir (duramente), que aquele projeto de dias curtos, não existe mais.
E então, o que se faz do amor? Eu ainda não sei o que ele significa. Se quer dizer deixar livre, se quer dizer brigar pra ter.

Não sabendo o que dele fazer, permanecerei o deixando no ar. Solto, livre, como o vento.
Talvez ele torne a guiar a barca. Enquanto não, outros mergulhos serão dados. Em mares distantes, pra que dessa forma, meu corpo não cause qualquer tremulação de outras águas.

Nesses dias longos (que agora sei, serão eternos) eu tenho o desejo egoísta de que qualquer mergulho que aconteça (de corpos que não mais me pertencem) sejam dados longe de onde passa a minha barca.
Não tenho esse direito. E por não ter, serei feliz de saber que os planos de dias curtos, podem nascer de furacões. No meu, ou em outros mares.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Enfin, só.

Já senti o chão sair debaixo dos meus pés algumas vezes. Muitas vezes eu diria.
E dessa vez, a impressão que eu tenho, é que tem alguem puxando ele (o chão) bem devagar.
Eu tenho muitas opções de reação: Mandar ele (ou ela) parar de puxar. Sentar e esperar que acabe. Gritar que ninguem vai puxar coisa alguma e que o chão é meu e pronto...
Mas eu não to conseguindo fazer nada disso.
Ele está indo embora. Cuidando da vida dele, assim como eu estou cuidando da minha. E nenhum de nós é pecador. Somos só duas pessoas que juraram amor pra vida toda e não souberam como fazer isso.
Ele está procurando outros amores e eu devia ser feliz por isso. Quem ama quer felicidade pra o outro não é? Mas estou assumindo minha face egoísta e dizendo que não estou nada feliz.
Mas o fato é que temos que continuar.
Não nos merecemos mais.
Não cabemos mais um no outro.
E o caminho é pra frente.
Logo mais, quando eu parar de querer entender, eu grito com a pessoa que tá puxando meu chão e começo a puxar devolta o que já foi levado.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Carta pra não ser lida.

Olá moço. Você está bem? Espero que sim. Espero do fundo do coração que sim.
Estava pensando em nós dois hoje. Já fazia tempo que eu não fazia isso. Por mágoa, por raiva, por ódio, por tristesa... Não faz tanta diferença.
Eu tinha feito a opção de simplesmente não lembrar.
Mas hoje, quero dizer, mas agora, eu quiz. Lembrar, relembrar, rir, chorar até, quem sabe? Mas quiz não é? É o que importa.
Fiquei lembrando dos primeiros beijos. Eu dizendo que não podia, que não era certo, e ao mesmo tempo, sem conseguir largar você.
Da primeira separação que só durou um dia. Eu te dizendo que não queria me prender a você. Te deixando na parada do ônibus e pouco tempo depois, recebendo a mensagem: "Como pode alguem sonhar o que é impossível saber? Relaxa gatinha que eu to viajando muito na tua." Olha o modo de falar 4 anos atrás. (risos)
Das brigas sérias. Do dia que eu disse que ia quebrar uma telha na tua cabeça e tu teve que sair da tua própria casa. De você mandando eu juntar tudo o que era meu e desaparecer da sua vida. De você dizendo que tem pena de mim. De todos os gritos, ofenças maus-tratos, desrespeitos, traições, mentiras. De todo o mal que nos fizemos.
Aí eu fiquei triste. Não por que passamos por tudo isso. Mas por que não soubemos passar. Fomos além. Fomos adiante.
E como eu não quiz (agora) permanecer triste, fui buscar no meu bauzinho de memórias, as coisas boas, puras, bonitas, felizes e plenas. Não precisei de muito esforço. Eu nunca as esqueci.
Nossos lindos fins de semana em Itamaracá. As manhãs (de quase tarde) de acordar com as mãos no rosto. Os carnavais sempre separados e sempre juntos. O carnaval com liberdade de ir e vir. As noites na rede. As comidas na madrugada. A força nas dores. O colo nas lágrimas. O incentivo, os empurrões. Os abrigos. As conversas de amigos...
Eu não quero esquecer do mal que nos fizemos.
Mas quero menos ainda esquecer do amor que nos oferecemos. Que entregamos de olhos fechados.
Hoje, me faz muito mais triste não poder dizer que torço por você, do que não lhe ter mais como homem. Aprendi que amores são sim eternos. Relacionamentos não. E não há mágoa que vá me fazer lhe desejar mal.
Sou uma outra mulher depois de você. Somando tudo. Momentos felizes e tristes. Não abriria mão de nenhum.
Me sinto na obrigação de lhe pedir desculpas por erros que só fizeram mal a mim. Por ter passado a viver a sua vida e esquecido da minha. Por ter te sufocado (mesmo que eu não soubesse que estava fazendo isso). Por ter te forçado a situações que você não queria viver. Hoje eu acho que você não sabia vive-las, na verdade.
E obrigada. Muito obrigada. Por me ensinar o caminho das pedras. Por me mostrar que nem todos são capazes de me dar o que eu ofereço e que eu não posso critica-los por isso. Cada um na sua maneira, não é assim?
Obrigada por todos os sentimentos oferecidos a mim. Do amor ao ódio. Eles também me ensinaram que eu só posso entender dos sentimentos de uma pessoa: Eu.
Obrigada pelas noites de prazer absoluto. Foi você quem me ensinou que eu posso tudo o que eu me permitir.
Foda-se com a sua pena. Ela não me acrescenta em nada. (Tinha que tem uma coisa feia né? Também não sou santa).
E seja muito, muito, mas muito feliz. É a sua única obrigação. É a nossa única obrigação. Eu não seria pequena a ponto de só desejar sua felicidade ao meu lado. Esse espaço não mais existe e nós dois sabemos que fomos nós quem destruimos isso. A sua vida é a mais longa do mundo, pense assim. E vá fazendo de todos os dias, uma vida nova. Um novo começo. Seu sorriso será seu guia e como um belo sorriso que é, será um ótimo guia e levará você, pelos melhores caminhos.
E pela primeira vez, eu não vou te pedir pra voltar, nem pra me mandar notícias.
Só não esquece da tua missão tá.
Essa louca aqui, te quer muito bem. Com todos os teus sentimentos de carinho ou de raiva, por que tudo é válido quando a gente entende que não se explica o "outro". É apenas o que você pensa. E o que você pensa, é contigo, não é mais comigo.

Sorte, plenitude, paz, amor, respeito, tranquilidade, serenidade, caminhos longos...
Pra nós. Pra todos nós.