terça-feira, 1 de janeiro de 2013

A Evolução Do Que Chamam Amor.


            Em algumas rodas, tenta-se avaliar amor entre homens e mulheres, homens e homens, mulheres e mulheres, como se fosse algo explicável, compreensível, metódico, organizado. Dão sintomas, características, estatísticas, dados. Dizem que é muita coisa. Dizem que de repente. Dizem que é uma junção. Dizem que não existe. Dizem até que dói. O que eu nunca vi, foi lógica nas vastas teorias.

sábado, 15 de dezembro de 2012

O Último.


            Não se afobe, é tudo fingimento, sempre foi. Desde aquela ida ridícula ao café, com filme romântico / político e beijo na porta de casa com as mãos nas suas costas, devagar, como se beijasse uma estrela. Você até esqueceu que ele confundiu você com outra pessoa. Não era paixão. Daí ele sumiu.
             

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Do Feminismo ao Extremismo.


 
Me chamo Judite. Na verdade, não. Mas tenho preferido esconder meu verdadeiro nome, minha identidade, meus sonhos e meus desejos. Moro só, trabalho, estudo, me divirto e aos 30 anos, circulando pessoas super inteligentes, descoladas, eu não posso falar das minhas preferências sexuais.
             

domingo, 2 de dezembro de 2012

A Revolução do Golfe.


Antes de começarmos a contar este conto, é preciso avisar uma coisa muito importante, que pode (e deve) mudar a sua leitura: isto não é um texto, é um sonho. E como tal, não é compreensível para quem perdeu o dom que é sonhar. Mais um detalhe: mesmo que você acorde, ele já foi escrito. Não esse. Todos eles.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

. (ponto)


Encontrei uma mulher sentada na tampa de uma fossa, fumando cigarro filtro vermelho, meio bêbada, meio surda, toda louca. Fui conversar com ela...

sábado, 10 de novembro de 2012

Acabou Sorrire.


Eu passei o dia falando e pensando em trabalho. O dia trabalhando. Escrevendo, editando, divulgando. Reclamando. De novo. Muito. Mais uma vez. Ganhei tecidos pra levar na costureira e pedir pra ela fazer blusas de botão. Daquelas "de trabalhar". De trabalhar. Especificamente. Tipo, professora.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Até parece.

Me deram várias possibilidades pra ele sempre me deixar esperando. Mas a mais lógica, tira toda e qualquer responsabilidade dele: eu faço ou não a opção de esperar.