Não se
afobe, é tudo fingimento, sempre foi. Desde aquela ida ridícula ao café, com
filme romântico / político e beijo na porta de casa com as mãos nas suas
costas, devagar, como se beijasse uma estrela. Você até esqueceu que ele
confundiu você com outra pessoa. Não era paixão. Daí ele sumiu.
sábado, 15 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Do Feminismo ao Extremismo.
Me
chamo Judite. Na verdade, não. Mas tenho preferido esconder meu verdadeiro
nome, minha identidade, meus sonhos e meus desejos. Moro só, trabalho, estudo,
me divirto e aos 30 anos, circulando pessoas super inteligentes, descoladas, eu
não posso falar das minhas preferências sexuais.
domingo, 2 de dezembro de 2012
A Revolução do Golfe.
Antes de começarmos a contar este
conto, é preciso avisar uma coisa muito importante, que pode (e deve) mudar a
sua leitura: isto não é um texto, é um sonho. E como tal, não é compreensível
para quem perdeu o dom que é sonhar. Mais um detalhe: mesmo que você acorde,
ele já foi escrito. Não esse. Todos eles.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
. (ponto)
Encontrei uma mulher sentada na
tampa de uma fossa, fumando cigarro filtro vermelho, meio bêbada, meio surda,
toda louca. Fui conversar com ela...
sábado, 10 de novembro de 2012
Acabou Sorrire.
Eu passei o dia falando e
pensando em trabalho. O dia trabalhando. Escrevendo, editando, divulgando.
Reclamando. De novo. Muito. Mais uma vez. Ganhei tecidos pra levar na
costureira e pedir pra ela fazer blusas de botão. Daquelas "de
trabalhar". De trabalhar. Especificamente. Tipo, professora.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Até parece.
Me deram várias possibilidades pra ele sempre me deixar esperando. Mas a mais lógica, tira toda e qualquer responsabilidade dele: eu faço ou não a opção de esperar.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Mar.
Quando eu tinha 10 anos, eu queria ser professora. As crianças onde eu morava, não curtiam muito a ideia de ir todos os dias na escola e eu achava o máximo saber de coisas que eles não sabiam. Hoje, eu entendo que eu não era melhor que eles em nada, porque eles sabiam de coisas que eu não sabia e eu nunca me importei em perguntar. Tive que aprender na prática. Tive que sentir a dor.
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