sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Mar.
Quando eu tinha 10 anos, eu queria ser professora. As crianças onde eu morava, não curtiam muito a ideia de ir todos os dias na escola e eu achava o máximo saber de coisas que eles não sabiam. Hoje, eu entendo que eu não era melhor que eles em nada, porque eles sabiam de coisas que eu não sabia e eu nunca me importei em perguntar. Tive que aprender na prática. Tive que sentir a dor.
terça-feira, 17 de julho de 2012
"O amor é filme".
Assisti a um filme nacional
ontem. 'Não por acaso'. Na verdade, passei o olho, porque tava aqui, falando
com um monte de gente. Por ser um filme de amor, me motivei a ver, mas, por ser
só um filme, fui desistindo. A gente tende a desistir do amor, quando ele não
movimenta, não estimula.
A primeira transa do casal
protagonista (Rodrigo Santoro e Letícia Sabatella), se deu numa cena muito
bonita, com uma fotografia bonita, uma trilha
sonora bonita. Mas, foi só acabar a cena, eu distrai de novo. A gente tende a
distrair quando a música acaba. Não só nos filmes.
Alguns,
vendo aquela mesma cena, chamaram-na de primeira noite de amor e não de primeira
transa. Vai entender, não é.
Só
que daí, ela acordou na casa ele. Com a blusa dele. Usou o banheiro dele. Deu
de cara com "as coisas dele". Por que ele as tiraria das vistas, não
é? Ela, por sua vez, só pediu um café. Ele não deu atenção. Ela pediu de novo.
Ele não deu atenção, de novo. Ela foi embora. Sem gritar, sem deixar bilhetinhos
de despedida. Sem nem se despedir. Daí, ele se deu conta de que faltava o café,
foi na porta dela e deixou uma garrafa. A essas alturas, eu já tava grudada no
filme. Só que ele acabou. Ela se serviu do café, sentou perto da janela,
sorriu, tomou um gole e o filme acabou. Simples assim.
Amor
de filme ou de vida real tem algo bem parecido: vai acabar. E daí, a gente vai
acabar se distraindo de novo, como quando acaba a música.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Segurança. Segura a ânsia.
Estava me descolando da
Mustardinha (subúrbio de Recife). O relógio marcava por volta de 16h. Peguei o
ônibus, como de costume, na primeira parada após o terminal e estava com a
cabeça recostada no vidro. Duas paradas depois, em frente a uma loja de acessórios
de carro, dois jovens são abordados pela polícia. Dois homens, um em cada moto.
Quando ouvi a sirene, não me
preocupei com os que me chamariam de curiosa e coloquei a cabeça pra fora. Não
fui a única.
Não sei se há uma pesquisa sobre
isso, mas, dentro da comunidade, ninguém espera por dados comprovados, pra
dizer que: jovem, de cabelo em corte moicano, usando corrente de prata e
pilotando a famosa cinquentinha, é ladrão. Infelizmente, esteriótipos são
criados todos os dias e há os que aceitam sem muito questionamento. É como
dizer que mulher de roupa curta é puta, que tatuado é vagabundo e maconheiro é
ladrão. 'Ah, se eles soubessem a preguiça que dá depois de um baseado'.
Aqueles dois policiais foram
treinados assim. Pra coagir todos e quaisquer esteriótipo "nocivo à
sociedade". Eram homens grandes, daqueles que você tem medo até de olhar
duas vezes. Saculerajam os meninos. Mandaram colocar mão na cabeça. Testículos
apalpados. Não, não foi com o mínimo de educação. "Eita, os ovos dele
ficaram mexidos", disse o senhor sentado atrás de mim. Pediram documentos,
os dois apresentaram. Pediram pra abrir o compartimento da 'motoca' que fica
sob o banco. Abriram e lá, não havia nada. Pronto. Mandaram que eles
"saíssem saindo".
Pronto? Não vai pedir desculpas
pelo constrangimento causado? Baseado em que aqueles meninos foram abordados?
Foi o corte de cabelo? A cinquentinha?
Fui apenas espectadora, mas essas perguntas foram passando
na minha cabeça e foi me dando agonia de pensar que mais ninguém estivesse
inquieto ou inquieta como eu. Consegui organizar em 3 minutos, qual seria a
ação justa: suspeito. Vou esperar ele passar da frente da loja e fazer sinal
pra ele entre na rua. Tiro ele da Avenida, não o exponho e não tenho curiosos
pra atrapalhar o meu trabalho.
Agora, imaginem a abordagem: Boa
tarde, mãos na parede, por favor (é fato que o "suspeito" pode estar
armado), recebemos uma denúncia que o senhor está portando certa quantidade de
drogas e que estaria indo fazer uma entrega e por isso, eu preciso lhe revistar.
Terminada a revista: Muito obrigada por sua colaboração e espero que entenda
que estou fazendo o meu trabalho.
É, mas era o meu ideal. Nem tive
muito tempo mais para "sonhar". As motos e as sirenes já estavam em
outra direção. A cinquentinha também, levando para algum lugar, dois jovens que
podiam apenas estar indo à padaria e que foram abordados e constrangidos em uma
via pública e movimentada, dentro do lugar onde vivem e que agora, que podem estar
absolutamente revoltados.
Seguem as motos. Segue a cinquentinha.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Da cor deles.
Nem tudo tem que ter sentido. Nem tudo merece explicação. Nem tudo precisa ser lógico. Toda paixão é avassaladora. São as quatro afirmações que me cercaram esses dias (de tempo louco em Recife. Sol e chuva. Calor e frio). Mas uma delas, a que mais se fez presente, ainda me intriga. Nem tudo merece explicação. Tudo bem, posso até concordar. Mas, que há explicação, há.
Marcadores:
avassaladoras,
da cor deles.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Um papo de companheiros e companheiras.
Antes
de começarmos com os encaminhamentos que me foram pedidos e questionados
durante a última semana, acho que é preciso deixar clara uma coisinha,
pequenininha, detalhezinho, besteirinha tola: o Partido dos Trabalhadores e das
Trabalhadoras, mudou a realidade desta cidade (Recife), deste estado
(Pernambuco), deste país (Brasil) e vem ajudando na construção de alternativas
para mudanças em todo o mundo. Não, não. O ex Presidente Lula, mesmo sendo um
grande político, não fez isso sozinho. É dentro dos detalhes. Chama-se Projeto
Político Partidário e se dá, quando um grupo organizado estabelece uma meta
(plano de governo), disputa o governo, ganha o governo e implementa o projeto.
Acertados? Vamos lá.
Você
já ouviu falar em política de aliança?
Dois ou mais grupos que se unem em nome de uma causa e por aí vai. O que
não tem escrito em lugar nenhum, é, quais são essas tais causas. As ditas, as
gritadas e expostas, são: estamos do mesmo lado; tática de sobrevivência (quando
o grupo só existe dentro de determinado espaço, compondo); estratégia de
governo (quando o grupo tem maiores facilidades de governar, compondo). Essas,
entre outras, são as “bonitas”, as que são desenhadas em papel manteiga,
explicadas ao povo. Povo? Bem... As não ditas, são as que estão em evidência agora
e eu vou inverter a ordem: aliança de política. Essas, não são gritadas. (psiu)
E qual a intenção delas? Manchar imagens, distorcer fatos, se aproveitar de
crises, tentar ser maior, esconder erros de um (porque acham que quando se
juntam, respondem como grupo e não tem mais que acertar as “falhas” cometidas
enquanto eram um) e tudo, em nome do povo. Povo? Bem...
Quando
alguém me para na rua e me pergunta como vai o meu partido, eu pergunto de
volta: como vai o seu? A resposta normalmente é: “você ta doida? Eu não tenho
partido. Não me meto nessa sujeira”. Mas são essas as pessoas que não
interferem, não modificam, não ampliam.
Dos
erros do meu partido, Meu Partido, eu sei. Querem um resumo breve dos acontecimentos
em Recife? Pessoas morrendo soterradas, em conseqüência das quedas de barreiras
durante o período de chuvas. Trânsito caótico. Educação que não prepara seus
profissionais... Ah, isso é um problema da gestão e não do partido? Você
precisa resolver suas opiniões, companheiro. Dos acertos do meu partido, Meu
Partido, eu sei. Incluímos pobres e negros na Universidade. Levamos às ruas o
debate de democratização dos meios de comunicação. Discutimos cultura de dentro
da comunidade, para fora dela. Entregamos conjuntos habitacionais aos montes.
Levamos a tona, o debate sobre a descriminalização das drogas. Discutimos
gênero. Ah, isso é mérito da gestão e não do partido? Você precisa definir
melhor suas opiniões. Companheiro?
Eduardo
Campos é estratégia, cálculo, articulação pesada. Não é petista querer destruir
Eduardo, que se mostrou mestre em Aliança de Política. Luciano Siqueira é vice.
Não é petista, desmerecer o trabalho do companheiro que sempre esteve ao nosso
lado (tática de sobrevivência?). Petista, mas petista mesmo, é honrar uma
história construída com muita luta, independente das gestões, porque problema
interno, se resolve internamente. Petista, mas petista mesmo, é dar uma olhada
no estatuto partidário, entender as lacunas e questioná-las, dentro. Isso não
quer dizer maquiar, fingir, ter medo. Quer dizer que para fora das nossas
limitações quanto grupo, tem “grupos” que estiveram sempre à frente, com o
poder nas mãos e ao contrário de nós, não trabalharam em nome do povo e que pra
voltar a ter essa dominação, esquecerá qualquer conceito de respeito e ética.
Na
Wikipedia, a nossa definição é assim ó: um dos maiores e mais importantes movimentos
de esquerda da América do Sul. Por essas e por outras, me resta a luta.
domingo, 13 de maio de 2012
Quem Somos e a Que Viemos
A minha primeira experiência política foi em 1992. Eu tinha apenas 7 anos e testemunhei minha mãe e meu pai assistirem em casa, ao impeachment de Fernando Collor de Melo. "O rapaz bonito, que mudaria a realidade da Nação". Eles tinham as caras pintadas, dentro e fora da minha casa. Lembro de ter ficado paralisada, observando.
Acredito que uns dois anos depois, eu perguntei a minha mãe, o que era Socialismo e ela me respondeu assim: "É quando tem uma lata de ervilha com 200 grãos e se houverem 200 pessoas, cada uma delas vai comer um grão. É a igualdade de divisão". Lembro de ter ficado paralisada, observando.
Meu pai desacreditou. Não o via mais falar em política, nem ficar animado com qualquer resultado positivo para a esquerda. Morreu sem ver o Partido dos Trabalhadores 'dando pauta' ao país. Minha mãe, não. Passou a tentar entender como as coisas aconteciam por trás, no miolo.
No ano de 2000, eu estava com 15 anos, fazendo campanha pra João Paulo, prefeito da cidade do Recife. Minha mãe, empregada doméstica, reservava duas horas por dia pra fazer isso. Fazia visita aos amigos, tinha bloco de anotações com os nomes de quem procurar, a quem pedir ajuda. Ia nos comitês solicitar material de campanha. Pela causa. Pela causa. Prefeito eleito.
A realidade de Recife mudou. O orçamento participativo era orquestrado com maestria. Funcionava, dava certo. Dona Célia (a mãe), virou delegada do OP e não havia nada que interferisse na militância dela. Enquanto eu, ia vendo as coisas acontecerem. Cada vez mais de perto.
Em 2006, sem ligação a tendência alguma, trabalhei na campanha de Dilson Peixoto, para Deputado Estadual e fazendo as bem conhecidas 'campanhas casadas', fazíamos campanha para Maurício Rands, Deputado Federal.
Estou me estendendo por demais, não é? Mas é que tem me parecido nos últimos tempos, que andamos esquecendo da nossa própria história ou, estamos querendo abrir mão dela.
Lembro como se fosse hoje, da primeira vez que eu precisei montar chapa de votação, ao lado de pessoas que, ao meu entender, não eram "boas pessoas". Eu surtei. Disse aos meus companheiros que tinha nojo de política, que não sabia fazer isso. Uma hora, uma companheira me disse assim: "Se você não estiver lá, eles vão ganhar, sem você e vão coordenar, sem você". É assim que é.
Dona Célia me disse uma vez, que quanto mais eu soubesse de política, menos eu gostaria dela. Ela não entendeu João da Costa ser o sucessor de João Paulo na prefeitura. Mas, ela não questionava o nome dele para o OP, que ela tanto gostava e tanto se dedicava.
Todo esse apanhado, tem a intenção de fazer com que nós lembremos quem somos e a que viemos. Estou vendo companheiras e companheiros se estranharem como se estivéssemos em disputa com o PSDB. Expondo companheiras e companheiros, quando, se cada um fizer uma breve retrospectiva, vai se ver do mesmo lado, porque somos o Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras.
Ao longo dos anos, as pessoas tendem a fazer a opção pelo que é melhor para elas ou para o meio social no qual vivem?
Acredito, vendo a minha mãe se recusar a votar em uma prévia (porque tem facebook e está acompanhando o baixo nível da troca de ofensas entre os militantes dos candidatos em disputa), que estamos fazendo o caminho de volta, quando deveríamos ser a alternativa. Acredito, que o que está acontecendo hoje, dentro de um processo bastante despolitizado, seja uma ofensa com aqueles que pintaram a cara, que deram vidas em nome da democracia, e que agora, assistem o Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, ser exposto dessa maneira, enquanto nós, os futuros comandantes deste barco, esquecerem o foco da briga.
"Nosso inimigo é outro".
Não caminhamos do mesmo lado agora, mas caminharemos em breve, estou errada? Mentiram pra mim quando disseram que dentro do PT, o projeto político aprovado pelos regimentos internos, encaminham a continuidade da luta? Vamos ou não, independente do resultado das prévias do próximo dia 20, disputar a prefeitura da Cidade do Recife como todo o gás que o 'nosso projeto político' necessita?
É isso o que espera aquele operário que acorda todos os dias às 5h da manhã pra ir trabalhar e chegar em casa às 22h, porque graças ao Projeto Político do Partido dos Trabalhadores, ele pode se especializar. É isso o que espera o jovem que está nos vendo fazer campanha de Voto Aos 16. É isso o que espera a empregada doméstica que testemunhou o Impeachment de 1992 e ensinou aos filhos o que é Socialismo. ResPeiTo.
Bárbara Vasconcelos.
Acredito que uns dois anos depois, eu perguntei a minha mãe, o que era Socialismo e ela me respondeu assim: "É quando tem uma lata de ervilha com 200 grãos e se houverem 200 pessoas, cada uma delas vai comer um grão. É a igualdade de divisão". Lembro de ter ficado paralisada, observando.
Meu pai desacreditou. Não o via mais falar em política, nem ficar animado com qualquer resultado positivo para a esquerda. Morreu sem ver o Partido dos Trabalhadores 'dando pauta' ao país. Minha mãe, não. Passou a tentar entender como as coisas aconteciam por trás, no miolo.
No ano de 2000, eu estava com 15 anos, fazendo campanha pra João Paulo, prefeito da cidade do Recife. Minha mãe, empregada doméstica, reservava duas horas por dia pra fazer isso. Fazia visita aos amigos, tinha bloco de anotações com os nomes de quem procurar, a quem pedir ajuda. Ia nos comitês solicitar material de campanha. Pela causa. Pela causa. Prefeito eleito.
A realidade de Recife mudou. O orçamento participativo era orquestrado com maestria. Funcionava, dava certo. Dona Célia (a mãe), virou delegada do OP e não havia nada que interferisse na militância dela. Enquanto eu, ia vendo as coisas acontecerem. Cada vez mais de perto.
Em 2006, sem ligação a tendência alguma, trabalhei na campanha de Dilson Peixoto, para Deputado Estadual e fazendo as bem conhecidas 'campanhas casadas', fazíamos campanha para Maurício Rands, Deputado Federal.
Estou me estendendo por demais, não é? Mas é que tem me parecido nos últimos tempos, que andamos esquecendo da nossa própria história ou, estamos querendo abrir mão dela.
Lembro como se fosse hoje, da primeira vez que eu precisei montar chapa de votação, ao lado de pessoas que, ao meu entender, não eram "boas pessoas". Eu surtei. Disse aos meus companheiros que tinha nojo de política, que não sabia fazer isso. Uma hora, uma companheira me disse assim: "Se você não estiver lá, eles vão ganhar, sem você e vão coordenar, sem você". É assim que é.
Dona Célia me disse uma vez, que quanto mais eu soubesse de política, menos eu gostaria dela. Ela não entendeu João da Costa ser o sucessor de João Paulo na prefeitura. Mas, ela não questionava o nome dele para o OP, que ela tanto gostava e tanto se dedicava.
Todo esse apanhado, tem a intenção de fazer com que nós lembremos quem somos e a que viemos. Estou vendo companheiras e companheiros se estranharem como se estivéssemos em disputa com o PSDB. Expondo companheiras e companheiros, quando, se cada um fizer uma breve retrospectiva, vai se ver do mesmo lado, porque somos o Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras.
Ao longo dos anos, as pessoas tendem a fazer a opção pelo que é melhor para elas ou para o meio social no qual vivem?
Acredito, vendo a minha mãe se recusar a votar em uma prévia (porque tem facebook e está acompanhando o baixo nível da troca de ofensas entre os militantes dos candidatos em disputa), que estamos fazendo o caminho de volta, quando deveríamos ser a alternativa. Acredito, que o que está acontecendo hoje, dentro de um processo bastante despolitizado, seja uma ofensa com aqueles que pintaram a cara, que deram vidas em nome da democracia, e que agora, assistem o Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, ser exposto dessa maneira, enquanto nós, os futuros comandantes deste barco, esquecerem o foco da briga.
"Nosso inimigo é outro".
Não caminhamos do mesmo lado agora, mas caminharemos em breve, estou errada? Mentiram pra mim quando disseram que dentro do PT, o projeto político aprovado pelos regimentos internos, encaminham a continuidade da luta? Vamos ou não, independente do resultado das prévias do próximo dia 20, disputar a prefeitura da Cidade do Recife como todo o gás que o 'nosso projeto político' necessita?
É isso o que espera aquele operário que acorda todos os dias às 5h da manhã pra ir trabalhar e chegar em casa às 22h, porque graças ao Projeto Político do Partido dos Trabalhadores, ele pode se especializar. É isso o que espera o jovem que está nos vendo fazer campanha de Voto Aos 16. É isso o que espera a empregada doméstica que testemunhou o Impeachment de 1992 e ensinou aos filhos o que é Socialismo. ResPeiTo.
Bárbara Vasconcelos.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Mobilidade Urbana – Acesso Periférico ao Transporte Público
Com o crescimento “desordenado” das grandes capitais e crescente expansão dos centros urbanos, o debate a cerca da Mobilidade Urbana, tem estado cada vez mais presente nas rodas de conversas, seja ela de amigos de Faculdade ou de secretários de Governo, preocupados com o bem estar, e a comodidade de seus cidadãos.
Tendo a chegada de grandes eventos ao país, como a Copa do Mundo em 2014 (que tem Pernambuco como palco), algumas perguntas se tornaram recorrentes. Uma delas é: estamos mesmo preparados (quanto transporte público) para receber um evento deste porte? Nós iremos aprofundar um tanto mais a questão, perguntando: estamos preparados para não segregar um evento deste porte? E ainda, Seremos capazes de não apenas maquiar um retrato já tão comum e freqüente nas nossas cidades?
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